Projecto Limpar Portugal

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Junta-te a nós e planta uma árvore, o planeta agradece



Junta-te a nós e no próximo dia 27 de Março de 2010 (sábado) pelas 15horas, junto à Rua das Margens Real, vem plantar uma árvore.

Haverá varias actividades desportivas, radicas, jogos, momentos de lazer, piquenique entre outras surpresas.

APARECE E TRAS UM AMIGO(A), O PLANETA AGRADECE

OS AMIGOS DA FLORESTA 12º D

Oliveira Brava

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A oliveira-brava, popularmente também conhecida como oliveira-da-rocha ou zambujeiro.

As oliveiras selvagens distinguem-se das variedades cultivadas, por ter a folha mais curta e dura e por produzir frutos mais pequenos que a azeitona vulgar. O fruto apresenta-se como uma drupa, pouco carnudo, elipsóide e preto.

Apresenta-se como um arbusto ou pequena árvore de até 2,5 metros de altura, ramoso, glabro com folhas opostas, oblongas a linear-lanceoladas, de 1 a 10 centímetros de comprimento, coriáceas, subsésseis de cor verde-acinzentadas.

O crescimento é relativamente lento, passando por um período improdutivo de quatro anos. Em condições favoráveis, dá fruto no seu quinto ano de vida, desenvolvendo-se completamente aos 20 anos. O seu período de maturidade e de óptima produção decorre entre os 35 e os 150 anos. A partir desta idade a produção da oliveira torna-se irregular o que provoca o seu envelhecimento.

São árvores nativas da parte oriental do Mar Mediterrâneo.Trata-se de uma espécie endémica da ilha da Madeira. Esta planta aparece também na ilha do Porto Santo e nas ilhas Desertas. No entanto, é uma espécie que se encontra frequentemente nos bosques, sebes e terrenos pedregosos e secos do nosso Portugal.


A partir da flor forma-se depois da polinização o fruto: a Azeitona. Dos seus frutos, extrai-se o azeite. Este óleo pode ser empregado na alimentação ou como combustível.


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Importância da floresta em Portugal

A floresta portuguesa ocupa 3.3 milhões de hectares, o que corresponde 38% do território nacional. Segue-se 33% com ocupação agrícola e 23% com áreas de incultos. O potencial de crescimento da área arborizada é de cerca do dobro caso sejam aproveitadas as áreas de incultos e improdutivos.

Os bens produzidos (papel e cartão, pasta de papel, cortiça, madeira e produtos de resina e mobiliário) pela via de actividade florestal sustentam uma importante e integrada cadeia industrial, baseada em recursos naturais. Constitui um forte sector de exportação, envolve um complexo grupo de indústrias processadoras de madeira, indústrias relacionadas com outros produtos que não madeira (cortiça e derivados de resina), representando cerca de 4500 unidades industriais, que dão emprego directo a cerca de 100 000 pessoas, sendo assim, uma área importante da nossa economia. Porque acham, que apesar de haver poucos equipamentos disponíveis para combater os fogos, eles existem, porque faz parte da nossa economia, porque quando algo não faz parte do bolo económico esquece, o caso do naufrágio do barco Luz do Sameiro onde os 6 homens, pescadores também, mas homens primeiro morreram a 20 metros da praia, é exemplo disso e mais aconteceram (como foi possível). Mas deixando as deficiências do nosso regime capitalista, voltemos à importância das florestas em Portugal.

Portugal no contexto europeu e mesmo internacional é um país especializado no sector florestal, gerindo um importante contributo para o PIB (Produto Interno Bruto – representa a soma de todos os bens e serviços produzidos numa determinada região e durante um determinado período), que é maior que a média europeia. De acordo com a Direcção – Geral dos Recursos Florestais (DGRF), o sector florestal contribui com 3,2 % para o PIB, representa 12% do PIB industrial e vale 11% das exportações totais portuguesas.

O sector florestal cria 165 mil empregos directos, envolve um emprego total (directo e indirecto) de cerca de 260 mil postos de trabalho, reúne mais de 400 000 proprietários e gera, no seu conjunto, aproximadamente, 3% do valor acrescentado bruto da economia.

Actualmente a importância dos serviços ambientais da floresta é reconhecido em todo o mundo. Para além da produção, a floresta é encarada como um importante ecossistema para a exploração de outras oportunidades como, por exemplo, a captura de carbono, o turismo, a caça ou pecuária.

Fonte talequalreverse.blogs.sapo.pt
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Medidas de salvaguarda e protecção florestal

A redução gradual e o correcto ordenamento florestal das monoculturas de eucalipto e pinheiro, e o incentivo à preservação e ampliação das áreas de vegetação autóctone, assume um papel primordial na minimização dos efeitos catastróficos dos fogos. Relativamente ao combate a incêndios, o grau de preparação dos bombeiros e outras entidades de protecção civil e a garantia de acesso a áreas de densa arborização são passos necessários, bem como o investimento intenso no estudo das áreas de maior risco. Nas situações em que o incêndio foi causado por negligência, vandalismo ou criminalidade, há que promover campanhas de sensibilização e informação das populações.

Quanto ao abate de árvores, alterações à legislação e desenvolvimento de mecanismos de fiscalização mais eficazes para a reconversão das áreas ardidas, bem como a devida protecção das actuais áreas protegidas e criação de novas Áreas de Protecção Ambiental, poderão ser um passo em frente na protecção dos recursos florestais portugueses.

No caso das chuvas ácidas, é necessário ter cuidado com o nível de emissão de poluentes para a atmosfera, tentando de certa forma controlar a sua concentração, sendo esta uma medida de prevenção a nível mundial.

O assunto também deverá ser analisado em termos políticos, sendo a criação de comissões especializadas compostas por representantes de todas as partes interessadas e por especialistas, uma das formas de intervenção do poder político de forma a unir objectivos ambientais, sociais e económicos.

Carvalhos

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Carvalho português

O carvalho-português, carvalho-cerquinho ou cerquinho (Quercus faginea) é uma árvore comum em Portugal.

O carvalho-português tem folhas caducas (essencialmente com espinhos). Assim como os demais carvalhos, produz a bolota ou landra como fruto, que é usada como alimento por lacaios e esquilos, mas actualmente considerada própria ou pouco agradável para consumo humano apesar de existirem receitas em que ainda é utilizada. Nos primeiros dias, as bolotas aparecem como grandes botões fechados mas ao longo do tempo tomam uma cor verde-claro; vão secando, depois caem para o solo para germinarem novos carvalhos.

Carvalho negral

O carvalho negral é uma espécie atlântica, que prefere uma atmosfera húmida e uma quantidade média de humidade n o solo. No entanto, é susceptível de viver em condições mais desfavoráveis, como sucede no leste de Portugal, onde os verões são bastante secos.

A maior área de carvalho negral presente em Portugal está localizada a norte do Rio Douro, na Região de Trás-os-Mont montes e Alto Douro, sendo o ecossistema da Serra da Nogueira onde está mais representado.

O carvalho negral é no estado adulto, uma bela árvore que atinge, ou mesmo ultrapassa, 25 m de altura, com um tronco com 1 m de D. A. P., às vezes mais.

Em novo, o carvalho negral apresenta uma copa ovóide, com pernadas ascendentes. Em adulto, as pernadas tornam-se patentes e geralmente constituem uma copa ampla, arredondada por cima.

É frequente ver-se contestada a rectidão do tronco nesta espécie, todavia, a tortuosidade de muitos troncos não é uma característica específica mas sim a consequência do tratamento a que estas árvores vão sendo submetidas. E, com efeito, todos os carvalhos negrais, novos ou adultos, que cresceram livremente, têm um fuste bem defindo e erecto

O sistema radicular do carvalho negral possui numerosas raízes laterais, do tipo raiz pastadeira, as quais têm a fa culdade não só de se alongar muito como também de emitir numerosos rebentos, que constituem um muito eficiente modo de propagação vegetativa da espécie.

O fruto é do tipo designado glande, lande ou bolota. A glande do carvalho negral é bastante variável, podendo ser el ipsóide, cilíndrica ou subglobosa, arredondada no cimo e de cicatriz basilar bastante grande, plana ou mais ou menos convexa. Em nova, a glande é verde, passando a castanho claro na maturação.

Implicações da destruição das nossas florestas

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Implicações económicas

A floresta e as actividades ligadas a ela representam 3% do bolo de lucro da economia (3100 milhões de euros).

Se o declínio da nossa floresta continuar, em breve este lucro deixará de colaborar para uma saudável economia nacional.

Em termos de comércio externo, o saldo da balança comercial é extremamente positivo, chegando aos 1024 milhões de euros (2748 milhões em exportações e 1724 em importações). O declínio da floresta representaria uma grande perda para o país.

Implicações sociais

Mais de 160 000 pessoas estão empregues em áreas relacionadas com a floresta, representando 3,3% da população activa.

Os problemas que têm vindo a surgir, relacionados com a floresta, podem deixar estas pessoas sem emprego, o que poderá prejudicar milhares de famílias já com rendimentos baixos.

Trata-se de um problema social, mas também económico, já que estimula o aumento da taxa de desemprego.

Implicações ambientais

A nível ambiental, o declínio florestal em Portugal diminui a biodiversidade, pondo algumas espécies em perigo e levando a que outras desapareçam por completo do nosso país.

fonte: wikipedia